Policiais prendem foragido de Alagoas em Sergipe

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DIVULGAÇÃO 17/2/2012 às 11:43:17

André Rosendo Santos, vulgo “Dé”
André Rosendo Santos, vulgo “Dé” (Foto: divulgação)

Policiais civis da Delegacia Regional de Penedo – 7ª DRP, comandados pelo Delegado Rubem Natário Silveira, deram cumprimento na data de ontem (16) em Aracaju, Estado de Sergipe, a mais um Mandado de Prisão Preventiva, expedido pela Justiça Alagoana, em desfavor do jovem André Rosendo Santos, vulgo “Dé”, que se encontrava prestes a ser solto da Delegacia de Polícia do 9º DM de Aracaju, Estado de Sergipe.
 
“Recebemos um informe que o vulgo elemento, foi preso na última quarta-feira, dia 15 e a partir daí, passamos a efetivar pesquisas e por conseqüência diligências policiais, que culminaram na perfeita identificação do acusado e de seu respectivo Mandado de Prisão Preventiva em aberto, emitido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Penedo, pela prática do crime de homicídio duplamente qualificado, donde foi vítima a pessoa de Alexsandro Silva Santos, sinistro ocorrido em 15.12.2007, durante o evento festivo do Valnei Folia”, frisou o Delegado Rubem Natário. 
 
Em decorrência do trabalho rápido os policiais civis de Penedo entraram em contato com o 9º DM de Aracaju/SE, onde fomos informados que apesar da prisão por tráfico de drogas registrada naquela capital sergipana, ontem (16), a Justiça de Sergipe já havia concedido o alvará de soltura e o vulgo “Dé” estava prestes a ser solto. Imediatamente foi designada uma equipe de policiais da 7ª DRP, que efetivaram ainda na noite de ontem, a condução do preso para a carceragem da Delegacia Regional de Penedo, que deverá se submeter ao crivo da Justiça Alagoana. 
 
Sobre o crime
 
Segundo os levantamentos na noite do dia 15 de dezembro do ano de 2007, em meio a uma multidão de freqüentadores do evento festivo do Valnei Folia, a vítima Alexsandro Silva Santos se esbarrou com o acusado André Rosendo Santos, este que sacou de uma arma branca (faca peixeira) e desferiu um golpe violento na altura do abdômen da vítima, chegando a levantar seu corpo com a faca ainda crivada na sua região abdominal. O acusado estava foragido desde a data do crime e vivia nas malhas da impunidade há quase cinco anos.  

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