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Pare tudo o que está fazendo e olhe para o seu computador. Responda para você mesmo: onde ele está conectado? A resposta que a grande maioria dos usuários deve dar é a mesma: estabilizador. O equipamento é responsável pela conexão de aparelhos eletrônicos a tomadas na casa dos brasileiros há décadas, antes mesmo de existirem os computadores pessoais. Isso acontece porque, desde os idos de 1940, o Brasil sofre com a instabilidade na tensão das redes elétricas, o que pode causar problemas sérios aos aparelhos eletrônicos. Mas você já se perguntou se os estabilizadores realmente conseguem estabilizar as correntes elétricas para mandar um sinal limpo aos dispositivos? Quando um estabilizador é comprado, os consumidores estão esperando uma série de vantagens para seus equipamentos. Promete-se aos usuários, que os dispositivos serão os principais responsáveis pelo nivelamento da tensão elétrica (voltagem) da rede. Com isso, picos de energia não afetariam diretamente os aparelhos. Teoricamente, sempre que a rede elétrica sobe de tensão, os estabilizadores entram em ação para regular a voltagem aplicada a cada aparelho e evitar que eles sejam queimados. Quando a rede baixa sua tensão, o processo ocorre de maneira inversa: ele é utilizado para aumentar a tensão e não deixar que os eletrônicos sejam desligados. Ressaltamos: teoricamente. Pode-se dizer que os estabilizadores servem para queimar no lugar dos aparelhos. Todos eles são construídos com um fusível de proteção, que é queimado em situações de tensão muito instável da rede elétrica. Quando isso acontece, o estabilizador deixa de funcionar e o fornecimento de energia é interrompido. Dessa forma, a instabilidade na tensão (possíveis sobrecargas) não chega diretamente aos eletroeletrônicos e estragos maiores são evitados. Fora isso, também se pode dizer que estabilizadores são excelentes extensores de capacidade para tomadas (os populares “Benjamins” ou “Tês”). Isso porque permitem que vários aparelhos sejam ligados em uma mesma tomada, mas sem riscos de curto-circuito (um perigo existente). Segundo o professor do Departamento de Eletrotécnica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Eduardo Romaneli, doutor em Eletrônica de Potência, atualmente, com o desenvolvimento de fontes de alimentação universais que atuam automaticamente em redes de 127 V ou 220 V, o uso de estabilizadores é desnecessário. O professor pondera também que estabilizadores não têm capacidade para atuar na qualidade da energia elétrica, por isso, as redes com altos níveis de poluição não têm suas tensões corrigidas (inclusive, há casos em que a qualidade do sinal entregue aos dispositivos eletrônicos é inferior ao da rede comercial). Romaneli afirma ainda que os melhores estabilizadores oferecem tempos de resposta em torno de 8,3 milissegundos, o que ainda é considerado muito alto. Esse tempo de resposta, quando muito alto, pode ser responsável por falhas de funcionamento em aparelhos sensíveis. Outro ponto negativo é a limitação do efeito de estabilização da tensão limitada a alguns patamares fixos. Dessa forma, fica claro que a real funcionalidade dos estabilizadores está muito aquém do que se espera de um dispositivo eletrônico de manutenção elétrica. Então surge outra dúvida na cabeça dos usuários: existe algo que possa ser utilizado para uma manutenção da tensão elétrica que seja realmente eficaz? Filtros de linha são um pouco melhores do que estabilizadores, mas estão bem longe de serem os verdadeiros salvadores. A grande maioria deles não corrige problemas na rede elétrica, passando o mesmo ruído recebido pela tomada para os aparelhos que estiverem conectados. Pelo menos é isso que acontece com os filtros mais baratos do mercado. Quem pode gastar um pouco mais encontra nos filtros de linha com suporte para filtragem eletromagnética uma boa opção. O problema é que, no Brasil, esse tipo de componente é raro e a grande maioria dos “filtros” não passa de extensões. Isso acontece porque não há componentes de filtragem, apenas o fusível para bloquear possíveis surtos de tensão (igual ao que acontece com os estabilizadores). Infelizmente, a alternativa que realmente funciona é um pouco mais cara do que estabilizadores e filtros de linha. Estamos falando dos no-breaks. Esse tipo de componente elétrico oferece proteção em quatro frentes diferentes:
Já grandes servidores costumam utilizar no-breaks online, que são o que existe de mais completo em termos de prevenção de problemas elétricos. Esse tipo de aparelho está em constante troca de energia, pois alimenta os computadores (por exemplo) com a carga da bateria, ao mesmo tempo em que se recarrega pela energia oriunda das tomadas. Segundo o já mencionado professor Eduardo Romaneli, são os no-breaks online que oferecem segurança e estabilidade mais confiáveis. O problema, como já dissemos, são os altos custos para a aquisição deles. Por isso, estima-se que a maioria esmagadora desses no-breaks está instalada para alimentar servidores e centrais vitais para as empresas. Nota-se, portanto, que em instalações elétricas domésticas é muito mais recomendado o uso de no-breaks offline. Mas isso somente em locais onde a rede elétrica é instável demais, causando surtos de sinal que possam ocasionar estragos nos aparelhos eletrônicos. Em redes mais estáveis, a utilização de filtros de linha com suporte a filtragens eletromagnéticas seria suficiente. E você, utiliza estabilizadores ou no-breaks? Aproveite o espaço dos comentários para contar se você sabia sobre a ineficácia desses aparelhos no controle da tensão elétrica que chega a nossas casas. Conte também quais são os eletrônicos que você liga no estabilizador para evitar que o funcionamento seja afetado pelas descargas. Fonte: Tecmundo |
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O Windows 8 representa, talvez, a maior mudança na interface do sistema operacional da Microsoft. Ao contrário do que acontece agora, a tela principal apresenta agora uma série de “tiles”, os tais retângulos com informação a ser atualizada em tempo real, tal como acontece com o Windows Phone 7. A interface é fluida e até permite trabalhar lado a lado com os programas que representam o paradigma do Windows de hoje. A empresa de Redmond diz que o Windows 8 será compatível com todos os periféricos e dispositivos que neste momento rodam no Windows 7, apesar de a interface ter sido redesenhada e repensada. Veja abaixo o vídeo de demonstração do novo sistema operacional (em inglês): Fonte: TechLider |
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Olha a promoção, hoje é tudo de graça! Vasculhamos a web para encontrar os melhores utilitários para facilitar o seu dia-a-dia no PC. Hoje vamos mostrar ferramentas que irão ajudá-lo a arrumar seu desktop, controlar vários PCs, se livrar de programas indesejados e queimar DVDs com perfeição.
Organização automática: em vez de ficar clicando no Windows Explorer para descobrir onde o Windows colocou aquele arquivo MP3 que você acabou de baixar, experimente o DropIt. Este utilitário Open Source permite que você associe pastas a tipos de arquivos específicos (por exemplo C:Musicas aos arquivos MP3). Basta arrastar os arquivos para a grande seta no seu desktop e eles irão automaticamente para o lugar certo.
Uma nova Dock: A barra de tarefas do Windows 7 não é ruim, mas a ObjectDock da Stardock é melhor e replica com exatidão o comportamento e a aparência da Dock do Mac OS X, com direito a todas as animações e efeitos.
Remoção completa: Nenhuma lista de utilitários gratuitos está completa sem o Revo Uninstaller. O painel “Adicionar/Remover Programas” do Windows não faz um bom serviço ao desinstalar os programas indesejados de seu PC, deixando para trás “lixo” que pode se acumular e prejudicar o desempenho do sistema. Mas o Revo Uninstaller remove os programas sem deixar nenhum pedacinho para trás, mantendo seu PC sempre impecável.
Um desktop mais limpo: O Fences, da Stardock, permite que você crie “cerque” áreas em seu desktop para agrupar ícones específicos. Deixe os programas em uma cerca, os documentos na outra, ou misture como quiser. É essencial para manter a área de trabalho organizada.
Máquina virtual: O VirtualBox da Oracle permite criar uma máquina virtual (VM - Virtual Machine), ou seja, um “PC” dentro de seu PC, rodando em uma janela ou tela cheia. Assim você pode experimentar múltiplas versões do Windows, Linux ou qualquer outro sistema operacional sem precisar formatar o PC ou se preocupar com backups. Ele também permite criar backups das máquinas virtuais, então se algo der errado numa VM você pode restaurar o sistema para um estado funcional com um clique. Essencial para desenvolvedores.
Descompactador universal: Se você já se perguntou “pra que serve um arquivo .rar?” então precisa do 7-Zip. Este utilitário pode abrir todos os principais formatos de arquivos compactados, além de alguns dos mais obscuros, e também pode criar arquivos compactados. Se integra ao Windows Explorer, então com um clique do botão direito você pode “zipar”, “deszipar” ou converter um arquivo entre formatos.
FTP essencial: Desenvolvedores web e designers frequentemente precisam transferir arquivos entre máquinas e servidores usando o protocolo FTP (File Transfer Protocol), e o Filezilla é a melhor ferramenta para isso. Não é bonito, e pode parecer um pouco complicado, mas é gratuito e poderoso.
Controle seus monitores: O DisplayFusion lhe permite lidar com múltiplos monitores de formas que o Windows não permite. Você pode, por exemplo, colocar um papel de parede diferente em cada monitor, ou dividir uma imagem entre dois deles. Também tem atalhos de teclado para organizar automaticamente o desktop, e permite que você defina comportamentos específicos para cada aplicativo.
A web no seu desktop: Se você passa a maior parte do dia em aplicativos na web como o Google Docs ou GMail, a extensão Mozilla Prism para o Firefox pode ajudar a restaurar sua sanidade. Ela permite transformar seus web-apps favoritos em “aplicativos” separados, com ícones no desktop ou menu iniciar e janelas próprias, reduzindo o número de cliques necessários para chegar até eles e evitando a confusão causada por dezenas de abas abertas em uma só janela do navegador.
Um teclado, muitos PCs: Tenho três computadores na minha mesa, rodando Linux, Windows e Mac OS X. Mas com o utilitário Synergy eu posso usar um único teclado e mouse para controlar as três máquinas, não importa o sistema operacional. Quando o cursor do mouse chega à beira da tela de uma máquina, o Synergy usa a rede Wi-Fi para enviá-lo para a máquina ao lado. É a coisa mais próxima de mágica que seu PC vai encontrar.
Queime tudo!: O ImgBurn é uma ferramenta indispensável para quem precisa gravar CDs e DVDs. Pode gerar discos a partir de imagens ISO, imagens ISO a partir de discos, tem um sistema que permite a leitura mesmo de discos “difíceis de ler” em outros programas (bom para resgatar os dados naqueles seus CDs velhos e amarelados) e pode até dar informações técnicas detalhadas sobre um disco ou drive.
Touchpad portátil: O Logitech Touch Mouse usa sua rede Wi-Fi para permitir que você transforme um iPhone, iPod ou iPad em uma combinação de teclado e mouse sem fio para comandar um PC ou Mac.
Fonte: PCWorld |
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A Google anunciou nesta terça-feira, durante a abertura do evento para desenvolvedores Google I/O em San Francisco, na Califórnia, o lançamento da versão 3.1 do Android "Honeycomb". Exclusiva para tablets, esta versão traz pequenas melhorias na interface, como uma lista de aplicativos abertos que pode ser rolada (facilitando a vida de quem usa muitos aplicativos ao mesmo tempo) e widgets redimensionáveis na tela inicial. Também é digno de nota o suporte ao USB Host Protocol, que permitirá que uma grande variedade de dispositivos USB, como teclados, mouses, câmeras digitais e joysticks, possam ser plugados aos tablets Honeycomb e utilizados pelos aplicativos. Como é de praxe, o sistema será distribuído na forma de uma atualização automática online ("Over the Air", ou OTA), em estágios. Os primeiros a receber o Android 3.1 serão os usuários da versão 3G do tablet Motorola Xoom na rede da operadora de telefonia norte-americana Sprint, a partir de hoje. O Android 3.1 Honeycomb também será lançado para os aparelhos Google TV em meados deste ano, e dará a eles a capacidade de acessar o Android Market e baixar novos aplicativos. Ice Cream Sandwich A próxima versão do Android, batizada de "Ice Cream Sandwich" (sanduíche de sorvete) e ainda sem data de lançamento, também foi mencionada. O tema principal será a unificação, com um único sistema operacional que roda em todos os aparelhos, sejam eles tablets, smartphones ou Google TV. Recursos exclusivos do Honeycomb, como a nova interface, estarão disponíveis também nos smartphones. Para os desenvolvedores a Google promete novos "frameworks" que trarão transparência ao processo de desenvolvimento: não será necessário escrever um aplicativo "para smartphones" ou um "para tablets". Basta escrever para o Ice Cream Sandwich, e o sistema toma conta do resto. Pouco foi demonstrado em termos de recursos do sistem operacional. Entre eles, um sistema de processamento de imagens que permite a um smartphone ou tablet rastrear os movimentos da cabeça do usuário e ajustar a interface de acordo com o ponto de vista, ou focar automaticamente no rosto da pessoa que está falando em uma videochamada. Aliança contra a fragmentação Também foi anunciada uma aliança entre a Google, fabricantes de aparelhos e operadoras para adoção de regras mais rígidas sobre a atualização do sistema operacional Android em smartphones e tablets. Atualmente tal atualização fica a cargo dos fabricantes e das operadoras, o que reduz a velocidade de adoção de novas versões do sistema operacional entre os usuários. O Android 2.3 "Gingerbread", por exemplo, foi anunciado em dezembro de 2010, mas até hoje só está disponível em 4% dos aparelhos. Com as novas regras, novos aparelhos produzidos ou comercializados por membros da aliança, que inclui empresas como a Motorola, LG, Samsung, HTC e Sony-Ericsson, terão garantia de atualização para novas versões do Android por 18 meses após o lançamento, desde que o hardware permita. Fonte: PCWorld |
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O Twitter tem um recurso de teclas de atalhode teclado dentro de seu sistema desde 2010, mas são poucas as pessoas que realmente usam e sabem da existência deles. São atalhos no teclado para facilitar a navegação e permitir que todos tuitem muito!
Como uso e gosto muito dessa Rede Social, aqui vão as teclas de atalho do Twitter que vão facilitar sua vida:
N: Escrever um novo tweet.
Fonte: Criativo de Galochas |
Paulo Costa é um entusiasta da área de tecnologia, e adora procurar por novidades high-tech.