Segundo a Polícia Militar Ambiental, o filhote não resistiu e morreu. Ainda de acordo com a polícia, atropelamentos de animais silvestres --como capivaras, tamanduás e gambás-- são comuns nas proximidades do Parque dos Poderes, onde o fato ocorreu. Fonte: folha.com.br |
PRÁTICAS CRUÉIS O relatório elaborado pela Deputada Rebecca Garcia (PP/AM) enaltece o projeto de Tripoli. No texto, a relatora argumenta que a chinchila será incluída – muito em breve – à lista de animais dos quais não se deve fazer uso da pele na União Européia e em outros países. Na avaliação de Tripoli, a questão que se coloca neste projeto de lei está acima dos interesses comerciais. “Sentimo-nos no dever de combater o sacrifício de animais realizado apenas para alimentar a vaidade humana. Por que ceifar a vida desses pequenos animais para confecção de casacos de luxo?”, questiona o parlamentar paulista. Ricardo Tripoli explica que a chinchila, pequeno roedor originário dos Andes, tem o pelo 30 vezes mais suave que o cabelo humano. “Devido à sua beleza, maciez e capacidade de isolamento térmico, as peles desse animal sempre foram muito valorizadas para a confecção de casacos de frio. Mas a indústria da moda há muito dispõe de tecnologia para produzir roupas quentes com outros materiais”, pondera o deputado. “Devemos promover na sociedade brasileira, valores em defesa da vida e contra os maus tratos a animais”, completa. COMÉRCIO MILIONÁRIO Estima-se que o comércio global de pele de chinchila atinja mais de US$ 10 milhões por ano. O Brasil, segundo Tripoli, é o segundo maior produtor mundial desse tipo de pele. O parlamentar sustenta ainda que, para produzir um casaco, é necessário abater entre 40 e 50 animais, o que eleva seu custo para algo em torno de 80 mil dólares (cerca de R$ 138,6 mil). A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e seguirá para apreciação no Plenário. Fonte: Assessoria do deputado |
Estudante da Universidade da Califórnia, em San Diego, Arlene disse que já tentou de tudo para encontrar sua cadela de estimação. Fonte: globo.com |
Estudante da Universidade da Califórnia, em San Diego, Arlene disse que já tentou de tudo para encontrar sua cadela de estimação. Fonte: globo.com |
Segundo o advogado e morador, Marcio Vinhas Barreto, os animais habitavam o local havia mais de sete anos. Alguns chegaram a dar cria no condomínio, mas os filhotes desapareceram. Moradores garantem que os gatos eram inofensivos e que as crianças brincavam regularmente com eles. Indignado com a matança, Barreto procurou a 9ª Delegacia de Polícia, no bairro da Boca do Rio, para registrar a ocorrência. O advogado também já levou o caso ao conhecimento da Promotoria Estadual do Meio Ambiente. Para provar que os bichos foram supostamente envenenados, o morador levou parte da ração que eles comiam para análise e encaminhou os corpos de quatro deles para perícia no Hospital Veterinário da Universidade Federal da Bahia (Ufba). “Foi uma crueldade o que fizeram com esses bichinhos dóceis e inofensivos”, reclamou Barreto, defendendo punição para o autor da matança. A expectativa é de que o resultado da necropsia saia em dez dias. Cães envenenados No mês passado, 47 cães, um gato e duas galinhas foram envenenados também por chumbinho no município de Amélia Rodrigues (80 km de Salvador). Inquérito da Polícia Civil concluiu que o fazendeiro João Barros de Oliveira, conhecido com João Roque, ex-prefeito da cidade de Conceição do Jacuípe, foi o autor do crime. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que denunciou o ex-prefeito. Ele responde por maus tratos a animais, previsto na Lei de Crimes Ambientais, que prevê detenção de três meses a um ano, além do pagamento de multa. Fonte: uol.com.br |
Moreira da Silva trabalha na Rádio Jornal e apresenta o programa Mundo Animal, na TV Maceió, canal 2 da JET, onde entrevista personalidades e doutores veterinários.