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Ativistas dos direitos dos animais se vestiram de roupas de época e se cobriram de “sangue” durante protesto contra as touradas, tradicionais na Espanha, em Madri, na terça-feira (21). Dois outros ativistas, que não se deitaram no chão, seguram uma placa com a mensagem: “Tortura não é cultura. Diga não à proteção das touradas como sendo algo que faz parte da herança espanhola”. O grupo pretende coletar assinaturas contra projeto de lei parlamentar que defende o ‘esporte’ como sendo algo do “interesse nacional e parte da herança da Espanha” (Foto: Reuters/ Paul Hanna)
Fonte: G1 |
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Tramita na Câmara Municipal de Salvador um projeto que propõe a criação de um programa que
institui o “cavalo de lata” – aquele carrinho elétrico ou de pedal – para substituir veículos que se utilizam da exploração animal em coletas de lixo e material reciclável nas ruas de Salvador (BA). O autor da proposta é o vereador Marcell Moraes (PV), que sugere parcerias com cooperativas de coleta seletiva da capital para que o projeto seja implementado, conforme ocorre em cidades do sul do país e tem garantido resultados positivos. De acordo com o parlamentar, o uso do “cavalo de lata” em substituição às carroças possibilitará avanços nas mais distintas áreas. “A ideia vai acabar com os maus-tratos aos animais, vai possibilitar uma coleta de material reciclável mais eficiente, colaborar com o trânsito da cidade, valorizar os profissionais catadores e entidades, além de evitar transmissão de doenças que são provocadas pelas fezes e urinas dos animais nas ruas”, argumenta Marcell Moraes. econômica”, completa o vereador. Fonte: Tribuna da Bahia ( foto: Tribuna da Bahia ) |
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Condenado no início deste ano pela morte do cão rottweiler Lobo, o mecânico Cláudio Cesar Messias teve seu recurso, solicitado em 2012 pedindo a correção parcial do processo, aceito pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) no último dia 9 de maio.
O juiz Ivo de Almeida determinou que o cartório em que o processo tramita envie todas as peças do processo à Vara Judicial do Tribunal. A Câmara deve avaliar e dispor, se achar justo, sobre a suspensão ou anulação dos atos do processo. De acordo com o advogado do mecânico, José Silvestre da Silva, o recurso contesta o procedimento do juiz no caso. “Na época, a documentação foi providenciada pela presidente da ONG Vira Lata Vira Vida. Isto não é uma coisa ética, a testemunha não tem autoridade para juntar provas”, afirma Silva. “O juiz do caso não permitiu que o acusado se defendesse. Queremos provar que o acusado teve uma parcela de culpa, mas não agiu da forma como foi apontada. Não foi responsável pela morte do Lobo”, acrescenta. A presidente da Entidade Vira Lata Vira Vida, Miriam Miranda, afirma que não colocou a mão em nenhuma documentação e declarou que roda as provas enviadas foram laudos veterinários do cão. “Só me envolvi no caso quando fui chamada para testemunha de defesa. Até então, cuidava apenas da saúde do cão”, revela. Diante a nova decisão do TJ-SP, Miriam disse que vai acompanhar de perto o trâmite. “Apesar da correção parcial solicitada não mudar a decisão final, que acusa o mecânico pela morte do cão, ela mostra que esperar pela justiça no Brasil é a mesma coisa que nada, pois ela não virá. A maior punição do Cláudio é a da sociedade que o intitula como homem que arrastou o Lobo”, explica. Entenda o Caso O caso aconteceu em 2 de novembro de 2011 e, 15 dias depois, o rotweiller Lobo morreu em virtude de uma infecção generalizada. Antes, o cão teve uma das patas amputada. O cão estava amarrado na caçamba e, quando a corda se soltou, o mecânico seguiu sem prestar socorro, segundo testemunhas. Em defesa, Messias alegou que Lobo caiu da carroceria e ele acreditou que o cão estivesse morto. O juiz Ettore Geraldo Avolio condenou o mecânico Claudio Cesar Messias, acusado de arrastar o cão rotweiller Lobo por ruas da área central de Piracicaba (SP) em novembro de 2011, ao pagamento de R$ 9.810 e à prestação de 200 horas de serviços à comunidade pelo crime de maus-tratos contra animais. Fonte: RAC |
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Anúncios provocativos sobre direitos dos animais que comparam comer porcos e galinhas a
jantar cachorros ou mastigar gatos estão sendo exibidos nos ônibus da cidade de Saskatoon, no Canadá. As informações são da CBC News. Os anúncios fazem parte de uma campanha nacional lançada pela Organização de Direitos dos Animais do Canadá, Mercy For Animals Canada. A campanha questiona: “Por que amar um, mas comer o outro?”. Os anúncios foram projetados de forma a influenciar as pessoas a se tornarem vegetarianas, disse Stephane Perrais, diretor da Mercy For Animals Canada. “Nós estamos tentando fazer com que as pessoas percebam que vacas, galinhas e porcos são, exatamente, tão inteligentes, afetuosos e dotados de personalidades únicas, como o são cães e gatos, animais companheiros que normalmente convivem conosco em casa”, explicou Stephane. “Mais de 95 por cento dos 700 milhões de animais criados e abatidos, anualmente, no Canadá, são confinados nas fazendas industriais em condições de extrema precariedade e imundície e são vítimas de crueldades absurdas”, complementou. “O tempo natural de suas vidas é drasticamente reduzido e sempre termina com um abate extremamente violento”, acrescentou Stephane. A série de anúncios será ininterruptamente veiculada durante quatro semanas nas cidades de Saskatoon, Montreal, Vancouver, Calgary, Ottawa, Winnipeg e Halifax. Fonte: anda.jor.br |
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O assassinato de um cão causou revolta à sua tutora, a empresária Rosângela Barros da Silva, de 50 anos. O fato aconteceu dentro de sua chácara no condomínio Recanto do Eldorado, em Conselheiro Lafaiete (MG), na última terça-feira, dia 14, por volta de 19h. Segundo uma vizinha, que testemunhou o crime, uma pessoa teria descido de um carro e disparado um tiro contra o canil.
Na hora do crime, a empresária tutora do cão não estava na cidade. “Eu estava em Belo Horizonte, quando minha vizinha me ligou e me contou o que tinha acontecido. Ela imaginou que seria só para assustar os animais. Vim imediatamente para Lafaiete e fui direto para a chácara. Quando vi a Morena morta, entrei em pânico. Eu não sei a raça dela, porque não ligo para isso, não ligo se são bonitos ou feios. Meus cães são retirados das ruas”, relatou. A empresária acredita que tenha sido alguém do próprio condomínio que tenha cometido o crime. “É um condomínio com cem chácaras e fechado. É uma pessoa lá de dentro que atirou, com certeza, pois ninguém iria entrar lá só para atirar em um cão. A gente julga todos como amigos, e alguém faz uma barbaridade dessas com cão que não faz mal a ninguém”. Segundo ela, o canil de 160m² foi construído para abrigar os cães que ela adota: “O local é todo cercado e foi construído justamente para não incomodar nenhum vizinho. Meus cães são todos dóceis e, além disso, os animais têm um imenso espaço para circularem, e não precisam ser soltos, portanto não causam transtornos. Ofereço o maior conforto para os cães. Todos possuem cartão de vacina, álbum, veterinário para examinar cada um. Minha vontade é de pegar todos os cães de rua”, afirma. Rosângela afirmou que vai reforçar a segurança em sua chácara: “Agora estou me sinto insegura, e irei colocar câmeras do lado de fora. Vou levar isso até o fim, quero pedir se alguém souber de alguma informação, denunciar no 181, pois essa barbaridade não pode ficar impune, ainda mais dentro do meu terreno” desabafa a empresária, horrorizada com o fato e com a perda de seu cão. Fonte: Correio da Cidade |
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Mesmo sob forte chuva, cerca de 50 pessoas protestaram na tarde de domingo (19) em frente ao prédio da mulher que agrediu um cão, filhote de poddle, na última semana, na Zona Norte de Porto Alegre (RS). Com cartazes e cornetas, os manifestantes pediram a punição da agressora e medidas mais severas para coibir maus-tratos contra animais.
O protesto foi organizado pela internet, mas a chuva e o frio acabaram esvaziando o movimento, que não descarta uma nova mobilização durante esta semana. Segundo moradores do condomínio, o apartamento da família da agressora amanheceu fechado. Na última sexta-feira (17), a Delegacia de Polícia para a Criança e Adolescente Vítima (DPCAV) finalizou inquérito e indiciou a mulher por três crimes: maus-tratos contra animais, maus-tratos contra crianças e constrangimento de menores. A gravação da agressão ao cão, feita por um vizinho, foi usada como prova. Em depoimento, testemunhas também afirmaram que ela agredia constantemente os filhos. O inquérito deve ser enviado à Justiça. As penas previstas para os dois crimes contra as crianças vão de seis meses a dois anos de prisão. Já para o crime de maus-tratos a animais, a punição pode ser de três meses a um ano de prisão, além de multa. Entenda o caso As imagens do flagrante foram captadas por um estudante na última sexta-feira. Ele mora no mesmo condomínio da agressora, na Zona Norte de Porto Alegre. Durante as investigações, contou à imprensa que fez as gravações para apresentar provas concretas contra a mulher. De um andar mais alto, o jovem filmou a mulher jogando o cão contra a parede e incitando o seu filho a dar chutes no filhote. O cão foi retirado desacordado do local pelo subsíndico do prédio. “Quando eu vi ele desmaiado, coloquei a mão entre as grades e o puxei. Fiz o que fiz para salvar o filhote”, disse o subsíndico Bruno Campelo. O síndico, que tem uma clínica veterinária, levou para ser medicado. Após resgatado da agressão por parte da tutora, o filhote de cão já está descansando em uma nova casa. O animal foi doado pelo marido da agressora ao subsíndico do prédio, que o resgatou quando o viu desmaiado. Repercussão A recuperação do cão Rossi, nome dado pelos condôminos ao cão, parece estar bem. Desde a repercussão do vídeo, o cão virou ‘mascote’ do condomínio. Entretanto, Campelo evita um pouco o assédio ao animal por entender que é necessário cumprir com o calendário de vacinas, até lá, Rossi não sai de casa. “Sinceramente, não sei como uma pessoa é capaz de tamanha agressão. Minha filha, de uma ano e três meses, adora ele, que vai ser muito bem cuidado aqui em casa”, completa o guardião. Com informações de G1 |
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Diante das dificuldades financeiras que sempre são enfrentadas pelo Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA), a diretoria vê a necessidade de realizar rifas para poder arcar com os custos de materiais de limpeza, materiais de uso cirúrgico, medicamentos e ração.
Nos meses de maio e junho, a ONG estará com a Rifa Junina onde serão sorteados três prêmios para quem adquirir um ou mais bilhetes. O valor do bilhete é apenas 2 reais e os prêmios são: 01 ventilador, 01 ferro a vapor e 01 balaio junino. Os bilhetes podem ser obtidos para compra e venda na sede do Núcleo, que fica na Rua dos Bandeirantes, 504, no bairro do Farol, até o dia 20 de junho. O dinheiro obtido com a venda dos bilhetes será revertido para as ações do NEAFA. O sorteio será no dia 21 de junho, às 11h. A presidente em exercício do NEAFA, Katheryne Wanderley, lembra que a entidade também necessita de doações de ração, medicamentos, toalhas e lençóis usados, material de limpeza, produtos hospitalares, jornais, além de ações de voluntários. “Sempre precisamos do apoio da população, pois somos uma ONG independente que não tem nenhum apoio nem do estado nem do município. É imprescindível que todos entendam que ajudamos na medida do possível e também necessitamos da colaboração de cada um para manter o projeto”, disse Wanderley. Informações: (82) 9921-3961 com a presidente da ONG, Katheryne Wanderley. Fonte: Deisy Nascimento - ascom Neafa _ NOTA DO BLOG: o ferro foi um presente do passaport do Ral no Eustáquio Gomes de Melo e o ventilador da ALUVIDROS, do Edson próximo ao Eustáquio Gomes de Melo – Maceió Alagoas. |
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A mulher que foi gravada por um vizinho espancando um filhote de poodle, fez pouco caso do
crime em seu perfil no Facebook. Na postagem em um perfil que está restrito apenas para amigos, ela cita o caso da fraude no leite (onde produtores adicionavam até formol para lucrar vendendo mais quantidade de leite) no Rio Grande do Sul para minimizar a importância do seu crime. A mulher ainda afirma que continua circulando livremente em seu condomínio e tem a guarda dos filhos. Fabiana Vanacour poderá perder a guarda de seus filhos, segundo o delegado titular da Delegacia de Polícia para Crianças e Adolescentes Vítimas de Delitos (DPCAV), Leandro Cantarelli Lisardo, que a indiciou por três crimes: maus-tratos contra animais, maus-tratos contra crianças e constrangimento de menores. Além de bater no animal, a mulher estimula o filho a fazer o mesmo, com socos e pontapés. A filmagem foi feita na sacada do condomínio. O cãozinho passa bem e foi adotado pelo sub-síndico do prédio. Fonte: Clica Piauí |
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Uma família de Guarujá, no litoral de São Paulo, aguarda há mais de quatro meses por justiça, depois que a cachorra de estimação foi morta com uma barra de ferro. O autor do crime é vizinho dos donos do animal de estimação e ameçava outros cachorros e gatos da região. Um advogado da cidade entrou voluntariamente com uma ação para punir o responsável, depois de ver o caso divulgado em uma rede social.
Segundo a promotora de vendas Marcela Oliveira Correia, dona da cadelinha Suzy, que tinha 12 anos, a agressão aconteceu em janeiro de 2013. O responsável foi um homem que mora em frente ao local do crime. "Geralmente, minha mãe saía com meus dois cachorros, a Suzy e o filho dela, de manhã, para dar uma volta. Esse homem, meu vizinho de frente, implicava com tudo e com todos, principalmente cachorros e gatos que se aproximavam do portão dele. Nesse dia, minha mãe estava na nossa calçada quando ele chegou e começou a discutir com ela, falando que os cachorros só faziam sujeira na frente da casa dele. Ela falou que ele não era dono da rua, mas do portão dele para dentro. Foi nessa hora que ele pegou um pedaço de ferro e arremessou na direção Marcela diz que o golpe foi tão forte que a barra atravessou o peito da cadela. "Eu estava tomando banho quando escutei os gritos da cachorra, saí correndo e vi o que aconteceu. O homem ficou na frente da porta dele e não falava nada. Disse para me dar o ferro que jogou nela, mas ele ficou imóvel. Imediatamente liguei para a polícia, mas a atendente falou para eu primeiro socorrer o bichinho e depois fazer o Boletim de Ocorrência. Fui correndo levar ela na veterinária. Chegando lá não demorou 20 minutos e ela veio a óbito, teve hemorragia interna. Depois fui fazer o B.O.", relata. A promotora de vendas diz que até agora não aconteceu nada com o autor do crime. Ela não se conforma com a situação. "É preciso que haja alguma punição. Não é porque era um animal que tem que ficar por isso mesmo. Ele precisa saber que vai ser responsabilizado pelo que fez. Agora ele sumiu, quase ninguém vê mais. Antes ele colocava uma cadeira na calçada e ficava sentado. Agora até aumentou o muro da casa dele", explica. Para tentar mudar isso, Marcela divulgou o caso em uma rede social na internet. Um advogado da região, Rinaldo Vicente Canonaco, viu a publicação, se comoveu e entrou, voluntariamente e gratuitamente, com uma ação na 2ª Vara Cível de Guarujá. "Estamos apenas aguardando a audiência de instrução e julgamento do processo, que ainda não tem data para acontecer. Gostaria que esse crime não caísse no esquecimento. Somente assim conseguiremos que, de fato, ocorram as devidas investigações para que o caso tenha o final que merece ter, ou seja, que esse indivíduo venha a pagar pelo que fez. Sabemos que, em nosso país, crimes contra a vida animal são tratados de forma a nunca punir ninguém, e precisamos mudar esse quadro", conclui o advogado. O caso foi registrado na Delegacia Sede de Guarujá e as investigações estão sendo conduzidas pela delegada Adriana Aparecida Fratti. Foto: Marcela Oliveira Fonte: globo.com |
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Estranhas alianças se formam, muitas vezes, por força do instinto, mas a empatia pode estar envolvida nessas alianças.
A história sobre o grupo de baleias cachalotes que adotou um golfinho que nasceu com uma deformidade teve grande repercussão na internet. Os mamíferos marinhos não são os únicos que formam essas alianças inusitadas, foi o que disseram alguns especialistas à National Geographic. Tais adoções são relativamente comuns entre os animais domésticos, e ocasionalmente podem ser vistas em estado selvagem, de acordo com Jenny Holland, autora do livro Amizades Improváveis. Entre alguns exemplos, está o de um cão que cuidou de um esquilo como sendo seu próprio filhote, macacos que trataram de gatinhos como sendo macaquinhos e um cão que cuidava de um filhote de coruja, contou Jenny, por e-mail. E em seu próximo livro, Amores Improváveis, Jenny contará a história de um dálmata que adota um bezerro, e uma cabra que ajuda uma jovem girafa a criar autoconfiança. A questão é: o por quê dessas adoções? O que motiva essas famílias adotivas? “Eu queria poder entrar na mente desses animais e perguntar. Mas podemos fazer algumas suposições com base no que sabemos sobre o cérebro dos animais e sobre nós mesmos”, disse Jenny. Por exemplo, em alguns casos, um animal pode adotar outro animal de mesma espécie, atitude que acaba sendo instintiva. “Instintivamente animais cuidam dos mais jovens para ajudá-los a sobreviver “, disse Jenny. “Então, eu acho que há alguma ligação muito forte de DNA que leva os animais a oferecer cuidado a outro animal em necessidade. Caso não sejam da mesma espécie acho que o comportamento vem da mesma necessidade.” Benefício mútuo também pode ser um motivo, é o que diz Jill Goldman, que estuda o comportamento animal no sul da Califórnia. “A fim de que a relação seja mantida, acredito que ambas as partes terão que se beneficiar de alguma forma”, disse Jill, que tem estudado o comportamento de lobos. “Como nós definimos benefício, é outro assunto. Companheirismo social, em alguns casos pode realmente ser o suficiente para ser qualificado como benefício, desde que isso não seja compensado por uma concorrência ou ameaça.” Por exemplo, a adesão de um indivíduo em um grupo poderia ajudar a proteger o alimento ou oferecer mais proteção ao grupo, que é provavelmente o que aconteceu no caso do golfinho deformado, disse Jill. Jill acrescentou que muitas dessas adoções ocorrem por fêmeas que acabaram de dar a luz. “Mães estão mais dispostas a assumir um filhote porque quando elas dão a luz, elas têm um alto nível de oxitocina, o hormônio de ligação”, disse Jill. Durante esse período, se a mãe cuida de um filhote “torna-se uma relação de muito carinho.” Mas a mãe não cuidaria de um adulto desconhecido, o que pode ser percebido como uma ameaça à sua ninhada, ela observou. Jenny acrescentou que muitos animais podem adotar outros animais como forma de alivio à dor, à fome, ou à solidão.” “Os mamíferos têm as mesmas estruturas cerebrais, o mesmo sistema, relacionados com a emoção que temos,” disse ela. “Essas histórias nos dão uma outra perspectiva sobre os animais não-humanos”. Foto: Solent News/Rex USA e Alexander Wilson Fonte: anda.jor.br ( Amary Nicolau ) |