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Você é mesmo um pato? Moral da História: Ser um profissional genérico só serve se for remédio, trabalhe seus pontos fortes e sempre desenvolva excelência em alguma área, do contrário sempre “pagará o pato”. Quebra a banca! Fabricio Medeiros |
Reza a lenda que esse manual é usado pelos compradores do Carrefour, será mesmo? Regras: 1. Nunca demonstre simpatia a um vendedor, mas diga que é parceiro. 2. Considere o vendedor como nosso inimigo nº 1. 3. Peça, peça, peça que eles acabam dando. 4. Nunca aceite a primeira oferta, deixe o vendedor implorar, isto dá margem a maior barganha para nós. 5. Use sempre o lema “você pode melhorar sua oferta”. 6. Cadastre sempre no computador o menor preço possível e sempre peça mais, até o vendedor parar de dar. 7. Seja sempre subordinado de alguém, e considere que o vendedor também tem um superior que sempre tem mais desconto para dar. 8. Quando o vendedor dá facilmente ou pede para ir ao banheiro ou telefonar e vem com a aprovação, considere que o que ele está dando já podia ser dado, peça mais. 9. Seja inteligente. Finja-se de idiota. 10.Não faça concessões sem contrapartida. 11. Lembre-se que o vendedor que não pede, já está esperando que o comprador peça e, em geral, não exige nada em troca. 12. Repare que o vendedor que faz “pedido sugestão” em geral é mais organizado e mais esclarecido. Use seu tempo para explorar mais os vendedores desorganizados, que querem entrar ou têm medo de sair da rede. 13. Não tenha dó do vendedor, jogue o “jogo dos maus”. 14. Não hesite em usar argumentos, mesmo que sejam falsos. Por exemplo: o concorrente do vendedor sempre tem melhor oferta, maior giro e prazo. 15.Sempre convide o vendedor a participar de uma promoção, acene com volume alto, consiga o maior desconto que puder, faça a promoção rápida e lucre com o saldo. 20. Desestabilize o vendedor exigindo coisas impossíveis, ameace romper a negociação a qualquer momento. Deixe-o esperando. Marque horário e não cumpra, faça outro vendedor passar na frente dele, ameace tirar os produtos dele de linha, ameace diminuir o espaço dos produtos dele, expulse o promotor ou repositor da loja, dê pouco tempo para ele decidir, faça cálculos mesmo que sejam falsos. O vendedor acaba dando mais. 21. Lembre-se que “desconto” tem outros nomes como bonificação, cortesias, brindes, patrocínios, verba, inserção no tablóide, diferença de ICMS, crédito de ICMS, IPI, troca, indenização de encalhe, promoção, lançamento, cadastramento de item, enxoval, reinauguração, aniversário, eventos - todos são sempre bem-vindos. 22. Fuja do assunto “margem” como o capeta foge da cruz. 23. Evite que o vendedor fique “lendo” nossas informações na tela do micro. Quanto mais desinformado o vendedor for, mais ele acredita em nós. 24. O vendedor do tipo “antigo” ou jovem são os que mais cedem, o “antigo” porque acha que sabe tudo e o jovem porque é inexperiente. 25. Se o vendedor estiver acompanhado de um superior, exija mais descontos, mais participação nas promoções, ameace tirar de linha. O superior não vai querer perder o pedido e o cliente na frente do vendedor. 26. Sempre que outra rede concorrente estiver fazendo uma promoção, pergunte ao vendedor “o que você fez lá” e exija as mesmas condições. 27. Finalmente não se esqueça da regra de ouro de um bom comprador: não perca tempo com vendedores profissionais, invista seu tempo no vendedor despreparado, não se assuste com as grandes marcas (por trás de uma grande marca pode estar um vendedor despreparado que só conta com a marca) invista seu tempo no vendedor que não faz cálculos, que cede facilmente, que quer entrar ou que tem medo de sair da rede. Quebre a banca! Fabricio Medeiros |
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O ar-condicionado, o assessor de imprensa, o terno caro, o cafezinho, os milhares de e-mails, dentre outras coisas, afastam o líder do seu verdadeiro propósito: colocar a mão na massa e provar para seus liderados que acredita no seu negócio e sabe o quão difícil é bater metas e cumprir prazos diariamente. Tenho um amigo o qual preservarei o nome, chamando-o pelas iniciais M.T. Meu amigo é o retrato do profissional que sempre desacreditou em seus líderes e nunca trabalhou com a motivação e afinco em seus empregos, talvez por isso perdeu muitos, entretanto, condiciono seu insucesso a um motivo principal: a falta de inspiração com os chefes que ele já trabalhou. Muitos só faziam mandar e diziam que era fácil; que a meta está de “graça”; que atender 50 clientes por dia é moleza e blá, blá. |
Sete dicas motivadoras 1) ENCONTRE UMA RAZÃO: a maioria das pessoas desiste facilmente porque na verdade não tem uma razão séria para continuar. Se quiser atingir seus objetivos, encontre uma razão para aquilo. Um motivo tão forte, tão motivador, tão contagiante, que todas as dificuldades que surgirem parecerão pequenas. Quando parecer que lhe faltam forças, é porque na verdade está faltando um motivo. Encontre uma forte razão, e força é o que nunca mais lhe faltará. |
Na década de 90, os varejistas resolveram lançar suas marcas próprias usando o a referência da marca varejista para fidelizar o consumidor, que por sua vez só encontraria o produto anunciado naquele lugar específico, com um bônus de ter o preço até 30% mais barato que as marcas líderes. A idéia era boa, por que não pegou? Simples, as empresas não investiram em qualidade, logo, o consumidor mais exigente percebeu que o produto era barato, mas não “prestava”. Fazendo uma comparação com as lojas de R$ 1,99, quando a CHINA invadiu os países emergentes com seus produtos baratos, aconteceu o mesmo movimento, os brinquedos quebravam, as roupas rasgavam e por ai vai. Nos últimos anos a CHINA melhorou a qualidade de seus produtos e o resultado para quem ainda tinha dúvida é a nossa famosa rua “25 de Março”. O varejo se especializou e investiu em pesquisa e tecnologia de produtos, as marcas próprias nunca venderam tanto e a tendência é aumentar. |
Formado em Administração de Empresas, MBA em Gestão Empresarial pela FGV com extensão internacional em business pela University Of Califórnia. MBA em Marketing também pela FGV, mais de 10 anos de experiência profissional em cargos de liderança em empresas como AmBev e JET. Atualmente, além de palestrar e ministrar treinamentos de vendas e marketing em diversas empresas e faculdades, escreve artigos para blogs e portais. É professor do curso de pós-graduação em Administração de Empresas da FGV com as cadeiras Negociação e Marketing Empresarial. Fabricio também comanda a gerência nacional de vendas do grupo Pimentel Lopes, Multidoor.