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Por onde começa e como promover a excelência no serviço público? Esta é uma pergunta que não pode ser respondida apenas em um artigo, face a enorme profundidade do tema. Mas vamos fazer algumas observações. Numa gestão tudo começa pela definição das prioridades, no sentido de transformar os objetivos principais em realidade. Se os administradores públicos entenderem a necessidade de investir no capital humano de uma forma planejada, com elaboração do diagnóstico de necessidades, programação, plano de execução e avaliação de resultados encontrarão o caminho para chegar a excelência. Portanto, a decisão de investir no ativo humano deverá estar associada a um plano de ação operacional de treinamento e desenvolvimento. Tanto servidores de carreira como funcionários comissionados precisam estar alinhados com os propósitos do serviço público. |
Nos dias atuais o requisito mais procurado e menos encontrado pelas empresas é o da liderança. Esta é uma virtude que tem a maior demanda e a menor oferta no mercado. Ser líder não é exercer um cargo ou está numa posição, mas sim, uma escolha. Primeiro, você precisa liderar a si para depois conseguir liderar outras pessoas. |
Vivemos num mundo onde a mudança é uma necessidade constante. O sucesso pessoal, profissional ou gerencial depende fundamentalmente da capacidade de mudar, do nível de sistematização, das habilidades e dos hábitos que possam ser colocados no dia-a-dia. Num mundo tão dinâmico é essencial estarmos sempre aprendendo, substituindo procedimentos e processos já superados. A melhor decisão que uma empresa ou órgão público pode adotar é inserir o seu capital humano num processo de T & D - Treinamento e Desenvolvimento constante. Aquilo que aprendemos tem prazo de validade. Abaixo, algumas opções de T & D para a sua empresa que realizamos na forma de palestras e/ou cursos: 1 - Como conseguir motivação duradoura 2 - Como liderar nos dias atuais 3 - Como mudar hábitos 4 - Como controlar as emoções 5 - Como gerenciar o seu tempo com eficácia |
A educação é uma área vital de toda e qualquer administração pública, essencial para garantir um futuro sustentável, com menos drogas, menos banditismo e mais paz. Somente uma verdadeira revolução na educação pode modificar os resultados atuais. Para isto, é necessário estratégia e execução eficazes nos três ativos: físico, orçamentário-financeiro e humano. As equipes que estiverem à frente das diversas secretarias de educação precisam ser comprometidas, alinhadas e terem foco. Caso contrário, as mudanças necessárias demorarão muito tempo para que saiam da intenção. Resultados melhores do que estamos acompanhando em Alagoas não dependem apenas de vontade política. É indispensável escolher um processo de gestão profissional e que garanta sinergia na prática. Muitas vezes uma equipe apesar de ser pequena consegue se superar e vencer o jogo. Do ponto de visa pedagógico é indispensável incluir duas coisas nos currículos escolares: educação em valores humanos e educação emocional. Esta é uma necessidade para formar, antes de tudo, cidadãos e cidadãs equilibrados, capazes de conviver melhor EDINALDO MARQUES Professor da Ufal, Consultor e Palestrante |
Com a fome que assola a população brasileira jamais conseguiremos a tão almejada paz. São 54 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza em situação de insegurança alimentar. Existem vários tipos e níveis de fome no país, os mais graves decorrentes de deficiências de micronutrientes, como a falta de vitamina A, ferro e iodo. A questão não está apenas em reduzir a fome, mas avaliar a qualidade da comida que chega à mesa. E quais as saídas? É preciso vontade e coragem política. Não bastam medidas paleativas, que têm sido colocadas em prática, mas que não combatem a verdadeira causa do problema. É do conhecimento geral a necessidade de promover uma distribuição de renda corajosa, avançar mais rapidamente na reforma agrária e garantir o acesso aos recursos produtivos: água, sementes, créditos rurais de produção, créditos urbanos, melhorar o acesso e a qualidade da educação, investir no programa de atenção básica à saúde etc. Enquanto as reformas tão faladas – tributária, agrária e fiscal não saírem da oratória, vamos avançar, mas de modo insuficiente. A execução das políticas públicas necessita ser mais eficaz, a fim de conseguirmos reduzir o atual índice de pobreza na velocidade máxima possível. Existe um processo de gestão altamente eficaz, que se fosse colocado em prática faria com que os resultados acontecessem mais rapidamente. Afinal, quem tem fome não pode esperar. A questão é complexa e a solução depende dos governos federal, estaduais, municipais e de toda a sociedade. Não é aceitável um país rico como o nosso conviver com tamanha pobreza. |
Edinaldo Marques é Engº Civil, com Mestrado em Administração e Consultor.