Dinâmica em Grupo
14/4/2011 às 2:0:24
Publicado por Alberto Antunes

Que ''bicho'' é esse? Destaque-se e verás o ''bicho'' virar uma grande oportunidade.

''Seja quente ou seja frio, não seja morno se não eu te vomito''

Tive a oportunidade de participar de várias dinâmicas em grupo, em sala de aula, as melhores sempre com o querido Prof. Dr. Nelsio Abreu (Palestrante do XV EREAD), em empresas e até para tentar entrar em um reallity show. Os recrutadores adoram dinâmica em grupo para avaliarem o perfil dos candidatos, por sinal, uma ótima forma.

De todas que participei, as que me marcaram foram duas, a para entrar no programa O Aprendiz 6, da Record, na época ainda comandado por Justus, na qual tive a oportunidade de ir a São Paulo na sede da Record, Barra Funda. Foram mais de 100 mil inscritos e fiquei entre os 80. Entrei no programa? Não, mas a experiência adquirida foi muito válida. Ótimos contatos foram gerados com pessoas de várias áreas e locais.

A outra foi na Braskem, comandada pela Cia de Talentos (Para mim a melhor no ramo), tiveram 112 inscritos, até pessoas da Paraíba estavam presentes aqui em AL buscando o estágio. Fiquei entre os três... ‘’Uma pessoa de sucesso é uma colecionadora de oportunidades’’, se você não mostrar sua cara ao mercado as pessoas não saberão que você existe... Saiba colecionar as oportunidades... Não tenha medo de errar.

Dicas para dinâmicas de grupo:

  • Controle sua ansiedade, manter a tranqüilidade ajuda em quase todas as situações;
  • Evite falar em excesso ou impedir que os outros também participem;
  • Vista-se discretamente, a apresentação pessoal é muito importante. São indicadas roupas confortáveis, uma vez que a tarefa pode exigir que o participante sente-se no chão. As mulheres devem evitar os decotes e as saias justas e curtas. Os homens devem dar preferência às camisas de manga longa. Lembre-se que para cada lugar devemos vestir um tipo de roupa;
  • Seja claro e objetivo ao expor suas idéias. Caso peçam para listar suas qualidades e defeitos, faça-o de maneira equilibrada. Evite elogiar-se demais ou mentir;
  • Aja com naturalidade na dinâmica de grupo , os comentários preconceituosos e as ironias não caem bem;
  • Dormir bem nos dias que antecedem a dinâmica é essencial para que não se apresente aparência de cansaço ou abatimento;
  • Chegar ao local marcado 15 minutos antes do horário marcado;
  • Não se preocupar com os "vexames";
  • Ser o mais natural possível.
Seguindo todas essas dicas você terá a certeza de que está no caminho certo para se dar bem e conseguir o estágio/emprego.

Ah... antes de ir a dinâmica em grupo, é muito possível que enfrentes outras tarefinhas como: Triagem de currículo (Confira se sabe montar um bom currículo aqui) e redação.

Boa sorte a todos, e já sabem, colecionem oportunidades!

E como diz um professor meu, ''O máximo que pode acontecer é você entrar na empresa, fora você já está''.

Sucesso a todos. 



Escrevam-me: alberto@albertoantunes.com - @albertoantunes

Tags: Dinâmica, em, Grupo, Grupo, Empreendedorismo, Carreira, Alberto, Antunes, Antunes

Na Casa das Primas ou na Casa dos Machos?
3/4/2011 às 18:7:5
Publicado por Alberto Antunes

Esse texto é uma reflexão de um amigo;

Não bastasse o aviltamento direcionado às mulheres na primeira música “Na casa da primas”, hoje temos disparate maior com a música “Na casa dos Machos”. Às vezes, me pergunto como alguém tem capacidade de escrever algo como isso. Será que essa pessoa tem algum discernimento? Se por um segundo ouvirmos a letra da primeira música “Na Casa das Primas”, perceberemos como a mulher é cada vez mais objeto não apenas de consumo, como também sua fungibilidade é altíssima. A rigor, temos um ser humano completamente descartável. E pior! Elas dão margem para que isso aconteça e estão cada vez mais artificializadas.  

Não se quer publicar uma postura cândida, puritana ou algo que valha. Há referências sexuais em bons textos e nem por isso deixamos de nos deleitar; Nelson Rodrigues que o diga. Mas nós, que possuímos bom senso, não podemos ouvir uma porcaria dessas e ficarmos inertes. Pelo menos um protesto há de haver da minha parte.

Vejam que o homem da primeira música, modelo exemplar de machão para muitos, cai fora do relacionamento quando este começa ficar mais complicado pelas cobranças da parceira. E para solucionar esse problema que o mesmo intitula de “veneno”, busca abrigo na casa das “primas”. Óbvio que não há qualquer alusão à família! As primas, sobre as quais ele fala, são outras tantas mulheres coisificadas que estão à disposição dele e de tantos outros mediante alguns trocados. Essa é uma realidade lastimável com a qual convivemos no dia-a-dia.

Ao sairmos pelas ruas, quando temos um momento de folga com a família ou amigos, percebemos quão aceita e difundida está essa doença social; nos bares, restaurantes hotéis e afins. Vemos crianças dançando e cantando com a mesma naturalidade de uma música infantil. Quando não, percebemos que são os próprios pais que ouvem no carro e estimulam tal refinado apetite auditivo. Mas está tudo bem para quem já dançou e cantou “segure o tchan” tendo como parâmetro a pós-doutora em faculdade nenhuma Carla Peres.

É, meus caros leitores, mas hoje estamos bem servidos dos refinados textos musicais. Já não existe uma unilateralidade autoral. Se numa ponta temos o autor da “Casa das Primas”; noutra temos a autora, não menos erudita, da “Casa dos Machos”. Sim, é verdade! As mulheres tornaram público que topam sair com dois ou mais rapazes ao mesmo tempo. Você duvida? Ouça a música e constatará. Elas não estão nem aí, saem para balada tomando “birita” e depois dormem lá embaixo na casa dos machos. Embaixo onde? Ah, meus caros! Essa é uma pergunta para qual eu não tenho resposta.

Fiquemos por aqui. Esperamos com muita expectativa o novo sucesso musical que virá. Cabe uma pontuação, por derradeiro: essas letras estão cada vez mais sofisticadas contendo uma estrutura semântico-estilística cada vez mais arrojada. Com essa celeridade cultural, não torna muito para termos a música da égua, que não é a “egüinha Pocotó”; e sim um misto de mulher e égua. 

 

Lucas Oliveira Bonfim

Graduando em Letras e Direito  

lucasoliveira_79@hotmail.com

Tags: Crítica, Músicas, Casa, Das, Primas

O carnaval é mesmo a maior festa popular do mundo?
13/3/2011 às 10:19:24
Publicado por Alberto Antunes

Esse ano tive a oportunidade de passar pela primeira vez o Carnaval em Salvador, foi muito bom por sinal, porém, ultimamente venho observando os acontecimentos de forma mais crítica. Foi bacana para eu e os demais que podem ``pagar`` pela diversão. E os demais?  O carnaval de fato é a maior festa popular do mundo? É triste ver a desigualdade social tão de perto, ver os ``foliões`` dentro da corda dos grandes blocos e olhar lá dentro também, só que, segurando as cordas, pessoas carentes, jovens e idosos, homens e mulheres que arrastam-se por mais de 20km em um percurso de aproximadamente 6h para colocar o pão em casa (da semana), ganhando meros R$30.

O Brasil para no carnaval... Para muitos o ano começa agora... O Brasil ainda é um país ``preguiçoso``. Até brinquei com um amigo que se fosse presidente acabaria com o mesmo ou no mínimo reduziria o tempo do carnaval brasileiro...

Gostaria de compartilhar com vocês uma pertinente crítica ao Carnaval, onde, poucas pessoas conseguem enxergar por esse lado e tem coragem de dizer.

Parabéns a repórter paraibana, Rachel Sheherazade: 



Estou no twitter: http://twitter.com/albertoantunes

Escrevam-me: alberto@albertoantunes.com

Tags: Carnaval, Salvador, Folia

Qual a importância de um artigo científico em um Congresso?
1/3/2011 às 0:7:58
Publicado por Alberto Antunes

A divulgação dos artigos oriundos das pesquisas científicas realizadas no âmbito das universidades é fundamental para o progresso do país. Isso por que é inútil se desenvolver pesquisa que apresentem resultados que ficam guardados e não são apresentados.

 
Neste sentido, os congressos científicos são um excelente ambiente para que estas informações de pesquisas desenvolvidas sejam divulgadas e a sociedade possa ter acesso, participe e interaja com a academia.
 
Portanto, para que efetivamente os objetivos das pesquisas sejam alcançados, ou seja, que estas investigações científicas enriqueçam e tragam novos caminhos e respostas para as áreas as quais se propõem, a divulgação dos resultados sob forma de artigos científicos e crucial.
 
Eu mesmo tive a oportunidade de desenvolver um artigo com Eduardo Jorge Cavalcante, Nehemias Rodrigues Alencar e Edwardson Arthur, todos de Engenharia de Produção. O artigo foi submetido no V Simpósio de Engenharia de Produção da Região Nordeste. Com o tema: Marketing Esportivo: Desenvolvimento de um novo Produto para um clube de Futebol. Ficamos em primeiro lugar(foto).
 
Neste ano, esta oportunidade está sendo viabilizada em nosso estado de Alagoas aos pesquisadores e estudantes da área de Administração, no EREAD - Encontro Regional dos Estudantes de Administração, através da chamada de artigos.
 
O XV EREAD em 2011 inova em sua edição trazendo uma temática original e dinâmica. A abordagem será em cima da “Comunicação e Gestão: Do Networking às Parcerias Estratégicas”. Entende-se que gestão sem comunicação é algo fora dos padrões e ultrapassado. As redes sociais representam hoje uma grande oportunidade de inclusão e o mundo se globaliza a cada dia. Estudos comprovam que certas coisas dependem de uma boa perspectiva, o sucesso no mundo corporativo é alcançado através da habilidade em relacionar-se com êxito. 

Com isso, não perca esta oportunidade e submeta um artigo para o XV EREAD/NE.

Ajuda na formatação do texto: Professor Doutor Nelsio Abreu (Palestrante e Conselheiro Científico do XV EREAD/NE) e Professora Msc. Renata Baldanza (Palestrante).

Informações: www.ereadmaceio.com.br



Tags: EREAD, Congresso, Artigo, Científico, Trabalho, Alberto, Antunes, Antunes

Torcedor alagoano, quem és tu? És cariocão?
18/2/2011 às 23:53:51
Publicado por Alberto Antunes

O título desse post refere-se a uma paródia da letra da música ``vou não quero não``, bastante representada pela cultura brasileira.

Mas isso não vem ao caso, gostaria de comentar o caso referindo-me ao jogo de ontem, entre Murici x Flamengo, no Maracanã, ops, o ``acanhado Rei Pelé em que CRB e CSA disputam os clássicos encardidos de Maceió`` não sou eu que estou dizendo, é a Rede bobo em matéria ao G1: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2011/02/ronaldinho-no-rei-pele-nem-so-de-camp-nou-e-san-siro-vive-um-astro.html

Tive orgulho em ir ao estádio com a camisa do meu clube de futebol (CRB), o qual acompanho os jogos em campo. Levei bandeiras de Alagoas e uma faixa de 20 metros com os dizeres: ``Torça apenas pelo time do seu Estado`` deu repercussão Nacional. É a campanha ``CRB meu ÚNICO time`` mais uma vez sendo referência.

Mauro cesár comentarista da ESPN, falou que acha triste que aconteça isso aqui em Alagoas, que não se valorize o que é da terra, que fica um estado sem identidade.

Mas enfim, como o povo alagoano pode torcer contra seu Estado?





Pego o texto que resume bem de André Falcão:

Com todo o respeito ao alagoano que torce pelo rubro-negro carioca, continuo achando um desprestígio ao já desprestigiado (por todos os que ditam os gostos no país) futebol alagoano.

Constrangeu-me profundamente, por exemplo, a postura e as declarações do presidente do Murici, durante a reportagem de que participou, transmitida por rede televisiva carioca para todo o país. E não se diga (como se eu desconhecesse isto, ou desrespeitasse sua preferência) que ele tem todo o direito de vestir-se (e ao seu fusca) com as cores do adversário do RJ, como também tem o direito de cantarolar o hino daquele, ter três vezes mais camisas e desconhecer até a melodia do hino do que preside. Ele tem esse direito, sim, claro. Mas como toda atitude, que não é imune à crítica, a dele, ou a dos que assim agem, também não o é.

Claro que o referido cartola é para aqui apenas simbolicamente trazido porque é emblemático do que nos acomete: nossa impressionantemente baixa auto-estima, nossa contumaz prática de idolatrar o que é dos outros, mesmo, até, por vezes, quando de tanto se é alertado.

O que dizer-se, então, dos nossos times mais tradicionais? Mal geridos, sofrem ainda com nossos torcedores que não lhe são fiéis, não raro ocupando um segundo lugar em suas preferências. Ou alguém duvida que a maior torcida do estado não é mais a do Azulão, tampouco a do Galo de Campina (que hoje reivindica essa condição, pelo crescimento alcançado nos últimos 15 anos) mas aquela, formada por regatianos, azulinos, alvi-negros, etc., que torce pelo rubro-negro carioca? Qual será, mesmo, o lugar ocupado pelo Galo e pelo Azulão no coração de seus infiéis torcedores?

É por essas (e tantas outras mais) que como torcedor de Alagoas e dessa ideia (que felizmente já é de muitos) torci muito pelo sucesso do Murici na noite de quarta (16), ainda que agir assim tenha parecido algo "quixotesco". Vi o contrário: não fosse a covardia do treinador do time alagoano, que resolveu fechar o time na defesa mal iniciado o 2o tempo de jogo, Davi poderia novamente ter vencido Golias e impedido, com isto, que o país testemunhasse os alagoanos e demais nordestinos presentes ao Rei Pelé, travestidos com as cores do time carioca, cantando e gritando palavras de louvor àquele, tripudiando de seus próprios conterrâneos, desgraçadamente humilhando a si mesmos.

Esse de Marquinhosfs

Qualquer amante do futebol sabe da grandeza e importância do Flamengo para o futebol brasileiro. Como amante do futebol, um dos maiores prazeres é ver a sua torcida no Maracanã. Assim como é muito bonito e contagiante a torcida do Corinthians e mais ainda, a do Boca Júniors, na Argentina. Não tem como ficar indiferente a estes espetáculos.

Apesar de respeitar a escolha os alagoanos apaixonados pelo Flamengo, na vinda do Flamengo em Alagoas para o jogo contra o Murici pela Copa do Brasil, o comportamento de muitos desses torcedores, e a promoção feita pela Federação Alagoana de Futebol , Gazetaweb e TV Gazeta se ressume em uma só palavra: VERGONHA!

Primeiro, os torcedores. Mesmo sendo explorados em sua paixão ao ter que pagar no mínimo R$ 50,00 por um ingresso, lotaram o estádio e nos envergonharam vaiando e menosprezando conterrâneos que torciam pelo alagoano Murici. Falta de educação e respeito ao próprio povo, a sua própria história.

Em segundo lugar, os principais canais de televisão do nosso estado. Se alguém de outro país chegasse naquele momento em Alagoas e acesse o site Gazetaweb.com, imaginaria que o Murici era um time de outro país. Como mostra a imagem abaixo, uma promoção enaltecendo o Flamengo. Não que o grande time do Rio não mereça homenagens, mas porque não fazer o mesmo pelo futebol alagoano? Dificilmente vemos este tipo de promoção em favor dos clubes alagoanos no portal e na TV Gazeta. Sinceramente, não lembro de algum dia ter visto e participado.

Por último, a Federação Alagoana de Futebol. Depois deste jogo, deveria mudar o nome para Federação Alagoana do Flamengo. No baner que promove a venda de camarotes, não vemos as cores do time afiliado a federação, mas as cores do Flamengo. Teoricamente, deveria ser a maior interessada no crescimento do futebol alagoano, tratou o Murici como adversário do Flamengo e mais nada. Nenhum tipo de incentivo para que torcedores alagoanos se unissem para torce pelo time demonstrou ser menor do que imaginávamos.

Amigos, o texto é extenso e sei que poucos terão paciência para lê-lo. Nasceu da indignação ao ver alagoanos menosprezando seus conterrâneos. Espero que as redes alagoanas de televisão, incentivem da mesma forma aos torcedores de time alagoanos a criarem uma maior identidade com os times do seu estado, mesmo aqueles que torcem por times de outros estados.

Por fim, seria um sonho ver a entidade responsável pela organização do futebol alagoano tendo mesmo interesse em promover o futebol alagoano. Este jogo mostrou porque o nosso futebol não cresce. Alguns alagoanos, parte da imprensa e dirigentes esportivos, não tem identidade e respeito a nossa amada, Alagoas.

Penedense, CRB, CSA e ASA são exemplos de tradicionais e originais produtos do nosso futebol, da nossa cultura.

A importância de se valorizar o futebol alagoano, valorizar nosso querido CRB.

1 – Em primeiro lugar, valoriza o que é da terra, o que é verdadeiramente nosso, genuinamente alagoano.

2 – Com o clube local sendo alvo de maiores interesses, a conseqüência é necessidade de cobertura da imprensa. Assim, descentralizando as notícias da grande mídia, abrindo espaços para outros veículos, dando alternativas de buscas e aumento de informações. Essa concorrência da mídia só traz mais qualidade na cobertura.

3 – Torcer por um clube de sua região significa ter a chance de ir ao estádio costumeiramente, acompanhar treinos, ter proximidade com os ídolos etc.

4 – Descentralizar as cotas de televisão trazendo capital para sua região.

5 – Com mais torcedores, seu clube pode investir no lado do marketing. Criação de produtos sobre o time da região. Isso gera mais empregos indiretos.

6 – Futebol é lazer! Com um clube forte em sua região é garantia de eventos próximos do local em que mora.

7 – Evita a decadência do futebol no estado menor. Nosso estadual está cada vez mais espremido para priorizar o calendário para os grandes clubes do eixo. A grande maioria dos clubes alagoanos joga apenas três meses por ano. Futebol é a alegria do povo. O povo gosta de ir aos estádios. O nordestino, mais ainda.

8 – Mais torcedores dos clubes locais significa mais receitas para nossos clubes (ingressos, sócios, vendas de camisas, chaveiros etc.), mais empregos (jogadores, treinadores, massagistas, jornalistas, costureiras, ambulantes, porteiros, ASG’s, lavadeiras, enfim, todos os empregos gerados direta e indiretamente pelo futebol).

9 – E com os times da região forte, teremos como conseqüência a criação de ídolos locais. Com a criação de ídolos próximos, estimula o espelhamento e a prática esportiva.

10 – Diminui a elitização (clubes ricos cada vez mais ricos, e clubes pobres cada vez mais pobres) do futebol brasileiro.

11 – Fortalece até mesmo o futebol do interior que tem nos estaduais a sua única oportunidade de participação.

12 – Descentraliza o poder aquisitivo, que hoje é restrito a poucos clubes do Sul do país. Atualmente no Brasil há uma verdadeira oligarquia, onde um pequeno grupo detém o domínio do poder econômico.

13 – Não dá dinheiro aos clubes privilegiados geograficamente, assistindo seus jogos e comprando seus produtos; clubes esses que estão longe e o seus simpatizantes não podem usufruir o que esse capital proporciona.

14 – Nivela a divisão de cotas de televisão (maior fonte de receita dos principais clubes brasileiros), diminuindo a imensa desigualdade.

Assistam ao vídeo da campanha e reflitam!




A propósito, qual seu time de coração?

http://twitter.com/albertoantunes

Escrevam-me: alberto@albertoantunes.com

Tags: Futebol, Futebol, Alagoano, Copa, do, Brasil, Flamengo, Murici, CRB, meu, ÚNICO, time, Mistos

Alberto Antunes é graduando em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Alagoas. Sua área de atuação permeia o Marketing e Eventos a níveis nacionais, foi finalista do Programa Aprendiz Universitário da Rede Record e conquistou o segundo lugar no Desafio SEBRAE.

É Idealizador e Coordenador do grande e prestigiado evento “Aprenda com O Aprendiz” reconhecido em todo o Brasil. Suas experiências não param por aqui, chegando a Coordenador Geral do XV Encontro Regional dos Estudantes de Administração – EREAD 2011. Ele também foi Diretor de Marketing da Empresa Júnior do CESMAC.

No dia sete de Agosto o sol brilhou com mais força e mais um talento foi enviado ao mundo, para fazer valer todos os designos de Deus. Alberto Antunes chegava em grande estilo, mostrando que o sucesso já era intrínseco a sua vida. O Jovem é criador de oportunidades e super antenado com novas tendências. Cursos, atualizações, congressos e encontros fazem parte de sua agenda, mostrando seu compromisso com desenvolvimento.

Atualmente Alberto trabalha agenciando grandes palestrantes, como; Wesley Barbosa, Rodrigo Solano, Marina Erthal, Vasco Souza, João Kepler, José Queiroz, Nelsio Abreu, Renata Baldanza, Fabrício Medeiros, Thales Brandão, Marcos Rodrigues entre outros.
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