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O Conselho Mundial da FIA anunciou, nessa quarta-feira, o novo calendário para a próxima temporada de Fórmula 1. Como era especulado, a etapa turca deixa a categoria depois de sediar 7 GPs. O novo calendário apresenta algumas mudanças reveladas pela Autosport no mês passado. Tem a Austrália como abertura da temporada, mas o Bahrein acabou movido para abril ao invés de fazer uma “dobradinha” com Abu Dhabi. E o GP da Índia retornou para outubro por causa das reclamações da Federação Indiana sobre o calor no país em abril. 25/03 Malásia 15/04 China 22/04 Bahrein 13/05 Espanha 27/05 Mônaco 10/06 Canadá 24/06 Europa 08/07 Inglaterra 22/07 Alemanha 29/07 Hungria 02/09 Bélgica 09/09 Itália 23/09 Cingapura 07/10 Japão 14/10 Coreia 28/10 Índia 04/11 Abu Dhabi 18/11 Estados Unidos |
Interlagos. No domingo, dia do 40º GP do Brasil de Fórmula 1, o tricampeão mundial dará uma volta no circuito paulistano com a Brabham-Ford BT-49C, com a qual faturou seu primeiro título. O modelo, conservado em perfeito estado, chegou nesta quarta aos boxes do autódromo. A exibição é uma forma de homenagear o piloto pelos 30 anos desta conquista. Será o segundo ano consecutivo que um brasileiro campeão mundial de Fórmula 1 reencontrará na pista paulistana o carro com o qual conquistou um de seus títulos. Em 2010, Emerson Fittipaldi celebrou os 40 anos da primeira vitória brasileira na categoria dando uma volta a bordo da famosa Lotus preta e dourada de 1972. Aos 59 anos, Piquet também dará a bandeirada na corrida que encerra a temporada 2011. Os ingressos restantes para o GP do Brasil de Fórmula 1 podem ser adquiridos nas bilheterias do autódromo. GLOBO. COM |
Ontem seria realizada a última etapa da Fórmula Indy, digo seria porque ainda nas primeiras voltas, um grave acidente com o número incrível de 15 carros, encerrou a carreira de um dos mais brilhantes pilotos da categoria, o inglês Dan Wheldon. A corrida foi cancelada pois o piloto morreu ainda na pista antes dos primeiros socorros. Repudiar a organização da categoria! Amigos pensem comigo: grid de largada num circuito oval, com mais de 30 carros correndo lado a lado a mais a quase 300km/h, é suicídio! Concordam? É preciso rever esses riscos que os pilotos vivem a cada corrida, ou teremos mais mortes nesta categoria. |
O fato de vencer dois campeonatos mundiais aos 24 anos de idade, ter em seu curriculum 19 vitorias e 27 poles, ainda não credencia na minha opinião, a colocar Vettel como um novo fenômeno da categoria. A meu ver o Alemão da RBR, terá ainda que mostrar mais números a ponto de que possamos inserir Sebastian Vettel no rool da elite dos pilotos Fórmula 1 o qual Ayrton Senna, Piquet, Schumacher Mansel, Niki Lauda, Prost etc fizeram parte. Outro detalhe que merece destaque a meu ver, foi a sintonia EQUIPE X PILOTO, este item foi fundamental para as conquista da RBR este ano, digo isso porque as paradas de boxe da RBR foram sempre exitosas complementando com o excelente trabalho de Vettel na pista por isso os resultados no final da corrida não podiam ser diferente. Por outro lado lembre-se amigo internauta, as trapalhadas da equipe Ferrari durante a temporada, ou melhor, lembre quantas vezes o brasileiro Felipe Massa até fazia uma boa prova, mas ao entrar nos boxes a equipe colocava tudo a perder. Você Lembra quantas vezes aconteceu nesta temporada? Parabéns ao mais novos Bi-campeão e parabéns também a competente RBR! Que vem colocando no “bolso” grandes e tradicionais equipes da Fórmula 1 dando exemplo de competência e competividade. Um grande abraço e até a próxima! |
Em entrevista a Reginaldo Leme, Nelson Piquet contou sobre sua carreira no automobilismo. Há 30 anos, ele conquistava o primeiro de seus três títulos mundiais na Fórmula 1. Sem correr desde 1993, ele se dedicou ao hobby para superar um problema cardíaco, que poderia até causar morte súbita.. “Isto aqui é pura brincadeira. Não é nada, é meu passatempo. Há poucos anos, descobri que tinha um problema de má formação no coração e fui pesquisar o que podia fazer, se poderia operar. Encontrei um médico muito engraçado na Áustria, que me falou que poderia ter uma vida mais tranquila e fazer muitas coisas para prolongá-la”, disse. Piquet ainda contou os conselhos dados pelo médico: beber um pouco, trabalhar menos e não ter mulher “chata” “Fui na dele. Tentei beber; não consegui. Travava os pés. O álcool me faz mal. Comecei a trabalhar menos e minha mulher é uma maravilha. O que me mata mais hoje é ver as corridas dos meninos”, afirmou, referindo-se aos filhos. O ex-piloto comparou a Fórmula 1 de hoje e da época na qual corria. “A coisa mais difícil naquela época era que os carros não duravam todas as corridas. Não andávamos 100% a corrida inteira. Era mais complicado. Meu campeonato mais difícil foi o último, sem dúvida. Frank Williams teve um acidente e tive todo tipo de briga. Desenvolvi os carros e tinha mais experiência do que o Mansell, mas ele era um inglês dentro de uma equipe inglesa. Tive que usar muita astúcia para conseguir ganhar o campeonato”, comentou. Ao falar dos momentos difíceis de sua carreira, Piquet lembrou a pancada na cabeça em um acidente sofrido em Ímola “Acho que nunca mais voltei ao que era. Era um segundo mais lento do que Mansell”, contou. Outro acidente grave sofrido por Piquet foi em Indianápolis, quando sofreu múltiplas fraturas nas pernas e nos pés. “Era um sonho correr em Indianápolis. Apareceu a oportunidade quando tinha parado de correr. Se pensar hoje, foi uma coisa boa. Criou uma parede entre correr e não correr. Eu me dediquei ao meu trabalho e tudo deu certo”, completou. UOL.COM |
Adaelson Vilela é radialista e comentarista esportivo, fanático pela Fórmula 1.