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José Arnaldo Lisboa Martins
Estudei em Palmeira dos Índios e Aracaju e, nesta linda Capital concluí meu Curso Ginasial, para depois estudar em Maceió, onde concluí o Colegial e o Curso de Engenharia Civil. Adotei esta linda cidade, para exercer minha profissão e ensinar Física, Matemática, Desenho, Mecânica Aplicada e Organização e Segurança do Trabalho. Sou aposentado pelo DER, como Engenheiro Rodoviário e continuo no batente, até hoje, fazendo pesquisas de Mercado, Sociais, de Opinião e Eleitorais. Tenho uma seleta clientela que aceita meus resultados honestos. Gosto do que faço e de janeiro até hoje, já fiz pesquisas em Tanque D´arca, Barra de São Miguel, São Miguel dos Campos, União dos Palmares, Major Isidoro, Santa Luzia do Norte, Colônia de Leopoldina, São José da Laje, Matriz do Camaragibe, Penedo, Novo Lino, Capela e Anadia. Seleciono meus clientes, aqueles que não me pedem resultados desonestos. Com os resultados colhidos, já dá para saber as tendências e quais serão os futuros Prefeitos de Alagoas. Claro que, haverão pequenas variações, mas, as linhas gerais dos resultados, já estão traçadas.
Tenho lido que estes ou aqueles fulanos “são os mais cotados”, que “fulano será eleito”, que “haverá um frentão” e que “o povo vai eleger sicrano”. O ruim para certos candidatos é que estes que são tidos como líderes, não perguntam ao povo, quais são os melhores, os mais capazes, os mais honestos e que são simpáticos ao povo. O resultado é que em todas as eleições aparecem resultados inesperados por esses líderes que se acham deuses das urnas. Já vi “frentão” se tornar “frentinha” e “chapão” se transformar em “chapinha”. Muitos que seriam os vitoriosos e que dariam “show” nas urnas, hoje estão atrás de empreguinhos e aceitando qualquer cargo público. Um dia, esse pessoal irá aprender a respeitar a vontade popular e deixar de eleger inelegíveis, não só pela Justiça Eleitoral e sim pela antipatia, desonestidade e gabolice.
Através de pesquisas honestas, dá para se prever vitórias e derrotas, os preferidos e os rejeitados, os conversadores e os analistas eleitorais. Com algumas pesquisas que já fiz, já aconteceram várias desistências e outras irão acontecer. Os nossos políticos têm que aprender a respeitar a vontade popular e não andarem inventando nomes e pessoas antipáticas, sem créditos morais e sem serviços prestados à comunidade. Alagoas e, principalmente, Maceió, não são lugares propícios para experiências e aventuras. Vocês já devem ter lido artigos meus, parabenizando vitoriosos, os quais eram tidos, realmente, como os preferidos do povo, uns com antecedência e outros nos transcorrer das campanhas. Os políticos não devem vestir um cabo de vassoura e o transformarem em imbatíveis e, ilusoriamente, queridos do povo. As derrotas nascem de “vitórias sem planejamentos” e sem análises de resultados obtidos em pesquisas. Pesquisas não devem ser feitas para rápidas leituras e, depois, jogadas de lado. Pois é, vamos para mais uma eleição e eu já sei quais serão os derrotados. Serão os conversadores que andam pedindo notinhas da imprensa, dizendo que ele é um forte candidato. As urnas são implacáveis.
Em tempo - Agradeço as leituras, os elogios e os incentivos, ao Manuel Guedes Filho.
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Engenheiro Civil, aposentado pelo Departamento de Estradas de Rodagem de Alagoas.